A CNN ouviu o coordenador Institucional da ABRADEP Guilherme Barcelos e os integrantes da Academia, o doutor em Direito Fernando Neisser e a mestra em Direito Ezikelly Barros, sobre como serão os desafios da Ministra Cármen Lúcia.
O Congresso Brasileiro de Direito Eleitoral (CBDE), realizado pela ABRADEP, IPRADE e IBRADE, é o mais importante evento dedicado ao tema em âmbito nacional criado para eleitoralistas, magistrados, operadores e profissionais dos setores público e privado interessados no assunto que proporciona conteúdo de alta qualidade em formatos inovadores.
A coordenadora-geral da ABRADEP Vânia Aieta, comentou sobre as expectativas em relação à nova gestão do TSE, que terá como presidente a ministra Cármen Lúcia, e como vice-presidente o advogado Kassio Nunes Marques.
O impacto da inteligência artificial (IA) nas campanhas eleitorais, especialmente no contexto brasileiro em 2024, é abordado pela advogada especialista em Direito Eleitora e integrante da ABRADEP, Luíza Portella, em artigo para o canal Upiara.
O primeiro julgamento na história do Tse com duas juízas negras, entre elas a integrante da Academia, Ministra Edilene Lôbo, é comentado pela coordenadora de Igualdade Racial da ABRADEP, Valéria Dias Paes Landim, para o Correio da Manhã.
A proposta de deputados federais para destinar metade do fundo às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul é analisada pelo advogado eleitoralista e membro da ABRADEP, Samuel Falavinha, para a reportagem da Veja.
A importância da regularização do título eleitoral como um ato de defesa da democracia, ressaltando que o prazo para tal regularização encerra-se hoje, 8 de maio, é destacada no artigo do advogado especialista em Direito Eleitoral e membro da ABRADEP, Aidil Lucena Carvalho, para o UOL.
Em entrevista para o Poder 360, o professor doutor e coordenador da ABRADEP, Renato Ribeiro, e a mestra em Direito Anne Cabral destacam aspectos cruciais sobre a saída de Alexandre de Moraes e a entrada de Carmen Lúcia na presidência do TSE, em junho.
O artigo de Fernando Neisser aborda a controvérsia em torno da derrubada de perfis em redes sociais, destacando que essa ação não constitui censura prévia, mas sim uma medida reativa diante de comportamentos ilegais reiterados.