De Pugliesi a Banco Master e Tarcísio: a propaganda camuflada que se disfarça de livre manifestação para pressionar instituições, capturar a percepção social e converter influência paga em dividendos reputacionais personalistas.
Sidney Neves, coordenador-geral da ABRADEP, e o integrante João Marcos Pedra analisaram distorções do sistema proporcional brasileiro durante retrospectiva das decisões eleitorais mais relevantes de 2025.
Participação integra o Programa Eleitoral Portugal 2026 e reforça a atuação internacional da Academia na promoção da democracia, da transparência e da integridade dos processos eleitorais.
O principal e mais difícil desafio dos profissionais de comunicação neste ano eleitoral será encontrar uma forma de combater o potencial negativo dos deepfakes sem, no entanto, descartá-los completamente –o que também prejudica o segmento e o país.
A discussão sobre os limites da propaganda eleitoral no ambiente digital tem ganhado cada vez mais relevo diante da centralidade que as redes sociais assumiram na formação da opinião pública.
A democracia contemporânea enfrenta um paradoxo estrutural: nunca houve tanta informação disponível e, ao mesmo tempo, tão pouca confiança coletiva naquilo que circula no espaço público.