O uso abusivo da máquina pública nessas eleições é o destaque da reportagem da RFI (Radio França Internacional), que entrevistou o advogado especialista em direito eleitoral e membro da ABRADEP, Antônio Ribeiro Júnior.
Lançamos a quinta edição do Boletim ABRADEP às vésperas do segundo turno das eleições de 2022, período que colocou a Justiça Eleitoral novamente no centro da disputa, de modo que suas decisões passaram a ser questionadas por gregos e troianos. A última edição desse ano da publicação segue demonstrando a importância da produção acadêmica responsável para o cenário político eleitoral.
A segurança da urna eletrônica e do processo de voto eletrônico foram analisados pelo portal G1, da Rede Globo. A reportagem contou com a participação do professor de direito eleitoral e membro da ABRADEP, Renato Ribeiro de Almeida.
A coordenadora de comunicação da ABRADEP, Isabel Mota, falou à reportagem do Diário do Litoral, sobre o papel da PGE, que não fez questionamentos ao TSE durante a campanha presidencial em relação ao uso de fakenews.
Para Luiz Viana Queiroz, advogado eleitoralista desde 1986, ex-vice-presidente da OAB e membro da ABRADEP, nova regulamentação do TSE não amplia seus poderes, mas dá agilidade às decisões.
Advogados rechaçam argumento de censura e afirmam que as ordens do TSE foram necessárias para evitar a propagação de mentiras e, assim, manter a integridade do pleito.
Na reta final da campanha do segundo turno, o Tribunal tem sido criticado por uma atuação mais detalhista, principalmente no que diz respeito ao combate à desinformação.
Especialistas ouvidos pela CNN criticaram a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) de restringir a Jovem Pan de tratar de fatos envolvendo a condenação do candidato do PT à Presidência, Luiz Inácio Lula da Silva.