A ABRADEP realizará a solenidade de posse da nova coordenação-geral eleita para o biênio 2025-2026. A nova gestão convida toda a comunidade jurídica para participar desta importante cerimônia.
O coordenador-geral da ABRADEP Sidney Neves destacou, em entrevista à TV Senado, o papel fundamental da associação na modernização da legislação eleitoral brasileira
A Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP) repudia veementemente o lamentável episódio de discriminação sofrido pela Ministra Substituta Vera Lúcia do TSE, conforme noticiado […]
Representantes da ABRADEP integraram importante debate na CCJ do Senado durante audiência pública que discutiu o PLP 112/21, proposta que altera o Código Eleitoral.
A ABRADEP apresenta a Revista da Gestão 2023/2025, registrando as principais ações em defesa do Direito Eleitoral e da democracia. A publicação, dividida em três partes, destaca iniciativas como a criação de comissões especiais, missões internacionais e contribuições ao Novo Código Eleitoral, além do protagonismo em audiências públicas e eventos estratégicos coordenados por essa gestão. Acesse e conheça essa trajetória.
O direito eleitoral e a política são áreas cruciais para a manutenção e o fortalecimento da democracia e do estado democrático de direito. No Brasil, a criação da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (ABRADEP) representa um marco importante nessa trajetória. Este artigo abordará a gênese da ABRADEP, sua proposta e a relevância para o cenário jurídico e político brasileiro.
Em entrevista para o Valor Econômico, Harrison Targino classifica como "engenharia constitucional" a proposta de aumento do número de cadeiras na Câmara dos Deputados.
Em entrevista para o R7, o coordenador-geral adjunto da Abradep, Bruno Andrade comentou sobre os 196 dispositivos da Constituição brasileira que ainda dependem de regulamentação pelo Congresso Nacional.
Esta edição destaca debates essenciais para a democracia, abordando inclusão política de minorias, violência de gênero na política, impactos do microdirecionamento digital, os desafios democráticos pós-8 de janeiro e reflexões sobre as eleições municipais de 2024.