As regras eleitorais dos conselhos classistas devem carregar os contornos e as peculiaridades de cada categoria. É o que pensa Géorgia Nunes, membro da ABRADEP, ao analisar as divergências políticas e de ideias que se confrontam no debate do Projeto de Lei No. 5.680/13.
“Essa compreensível divergência nos regulamentos, todavia, advém das peculiaridades de cada categoria, que devem ter autonomia para decidir sobre os processos interno de escolha de seus dirigentes, ressalvadas, por óbvio as previsões legais e constitucionais”, reforça a eleitoralista.
Leia o artigo na íntegra